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Meu Consórcio

Consórcio ou financiamento: qual escolher?

Não existe resposta única. Existe o seu momento: quanto tempo você pode esperar, quanto tem guardado e quanto cabe no orçamento. Veja como decidir.

Atualizado em

Casal conversando com um consultor que mostra informações em um tablet

A diferença em uma frase

No dilema consórcio ou financiamento, a troca é esta: o financiamento entrega o bem agora e cobra juros por isso; o consórcio não cobra juros, mas você não sabe exatamente quando vai receber o crédito. Uma opção compra tempo, a outra economiza dinheiro.

Consórcio e financiamento lado a lado

Principais diferenças entre consórcio e financiamento
PontoConsórcioFinanciamento
JurosNão temTem, é o principal custo
CustosTaxa de administração, fundo de reserva e seguroJuros, tarifas, seguros e impostos
EntradaNão exigeNormalmente exige
Quando recebe o bemNa contemplação, por sorteio ou lanceLogo após a aprovação
ReajusteAnual, pelo índice do contratoDepende do tipo de contrato
AnteciparCom lanceAmortizando o saldo
PerfilQuem planeja e pode esperarQuem precisa do bem já

Quando o consórcio é melhor

  • Você tem um objetivo para os próximos anos, e não para o mês que vem.
  • Você mora de forma estável enquanto espera, ou já tem um carro que ainda roda.
  • Você tem ou pode formar uma reserva para dar lance.
  • Você quer construir patrimônio com disciplina, como uma poupança obrigatória.

Quando o financiamento é melhor

  • Você precisa do bem com urgência, por mudança de cidade, trabalho ou família.
  • Você tem entrada e consegue boas condições de crédito.
  • O custo da espera, como aluguel ou corridas de aplicativo, é alto para o seu orçamento.

Como comparar o custo total

  1. No financiamento, peça o Custo Efetivo Total, que soma juros, tarifas e seguros.
  2. No consórcio, some taxa de administração, fundo de reserva e seguro sobre o valor da carta.
  3. Inclua o custo da espera no consórcio: aluguel, transporte ou o rendimento que deixou de ter.
  4. Simule os reajustes anuais nos dois casos.
  5. Compare o total pago e o momento em que você terá o bem, e não só o valor da parcela.

Dá para usar os dois?

Sim. Há quem financie agora e entre num consórcio para, quando contemplado, usar a carta para quitar o financiamento, quando o contrato permite. Também há quem use a carta para completar a compra junto com um crédito menor. São estratégias mais avançadas: faça as contas com calma e confira as regras do seu grupo.

Ainda ficou alguma dúvida?

Cada plano tem regras próprias de prazo, lance e reajuste. No blog você encontra artigos que aprofundam cada assunto.

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